Petição pela Urgente Intervenção na Limpeza Urbana da Rua da Bombarda, Lisboa
Destinada a: Para: Câmara Municipal de Lisboa, Junta de Freguesia de Arroios
Os abaixo-assinados, residentes e/ou frequentadores da Rua da Bombarda e áreas circundantes em Lisboa, vêm por este meio solicitar a intervenção urgente das entidades competentes, face à grave degradação do espaço público naquela zona.
Na Rua da Bombarda, onde se encontra o ecoponto da área (em frente ao número 73), verifica-se de forma recorrente e prolongada uma situação de acumulação de lixo fora de controlo. Frequentemente, indivíduos abrem os sacos de lixo depositados, espalhando resíduos pelo chão, o que resulta numa persistente acumulação de lixo na via pública, com maus odores, degradação do espaço urbano e riscos evidentes para a saúde pública.
Adicionalmente, a configuração da área envolvente, que inclui um espaço informalmente utilizado para a deposição de objetos de grandes dimensões, tem contribuído para que este local se transforme num ponto de abandono ilegal de materiais de construção, entulho, móveis e resíduos provenientes do esvaziamento de casas antigas, sem qualquer controlo ou fiscalização.
Esta situação:
- Afeta gravemente a qualidade de vida dos moradores;
- Contribui para a proliferação de pragas;
- Cria um sentimento de abandono e insegurança;
- Viola os princípios básicos de higiene urbana e de uso adequado do espaço público.
Face ao exposto, os subscritores desta petição solicitam:
- A reavaliação da localização e configuração do ecoponto, incluindo a substituição dos caixotes atuais por caixotes subterrâneos;
- O reforço da recolha na zona;
- A implementação de medidas dissuasoras para o abandono ilegal de resíduos e entulho;
- Uma solução estrutural e duradoura que impeça a contínua degradação deste espaço.
Os cidadãos que assinam esta petição apelam à Câmara Municipal de Lisboa e à Junta de Freguesia de Arroios para que atuem com a urgência que a situação exige, em defesa da saúde pública, do ambiente urbano e da dignidade do espaço comum.
Lisboa, 12 de Janeiro de 2026